Aulas online de Física valorizam a Ciência em tempos de pandemia

“Em minha história como professor já me deparei com muitas mudanças tecnológicas na qual tive que me adaptar e utilizá-la como ferramentas de melhoria ao processo de preparação dessas novas gerações. Do mimeógrafo para a máquina de reprografia, ou do retroprojetor com aquelas memoráveis transparências para o datashow, demonstram como a tecnologia e suas inovações vieram para ficar e mesmo com algumas resistências por parte das instituições, tivemos que abrir a mente e colocar o ensino tradicional em consonância com um ensino tecnológico e moderno”, afirmou o professor de Física do Centro Educacional de Aracruz (CEA), Giuseppe Coutinho Silveira.

Ainda segundo o docente: “Em divagações próprias costumo dizer que a Ciência só é valorizada quando contribui para alguma mudança baseada em alguma necessidade, seja com objetivo de alavancar alguma produção ou como melhoria do bem-estar da humanidade.  Essa necessidade acaba gerando uma demanda, que a partir de ideias empíricas, passam a ser ponto básico para desenvolvimento da ciência, tendo assim como resultado a inovação”.

Para Giuseppe: “Em tempos de pandemia isso tem ficado bastante evidente, pois a mudança do sistema presencial para home-office, levou a necessidade de mudança de postura e ações de forma muito drástica e todos tiveram que se adaptar a essa nova realidade. Tivemos então que aflorar nosso lado de artista nos adaptando a uma nova realidade, uns escrevendo na geladeira, outros na vidraça da sala, cada um a seu modo”.

O professor de Física continuou dizendo: “Meu primeiro ponto era como não “cansar” os alunos, pois em casa o poder de dispersão é muito grande e a Física requer concentração, então teria que criar atrativos acompanhados por uma dosagem de conteúdos. Criei então aulas temáticas sempre caracterizadas por um chapéu ou adereço de cabeça. Personagens como cangaceiro, pirata, Chapolim colorado, marinheiro, Emília, pescador, zumbi, caipira, dentre outros, passaram a estarem presentes em minhas aulas e povoar a imaginação dos alunos”.

Giuseppe finalizou afirmando que: “Esse “afloramento artístico” acompanhado de novas ferramentas tecnológicas (Hangouts, Maestro, etc..) tem tornado possível  o aprendizado online e auxiliado na interação com os alunos de forma bastante afetiva, pois tem despertado com o passar do tempo um sentimento nunca antes percebido em sala de aula: a saudade. E, isso não tem preço”.

 

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